terça-feira, 8 de novembro de 2011

No corpo

Pode-se ter tudo e se tornar nada
Toda a razão em suas mãos fechadas
E seu ato de pregar e pedir são tudo que tem
Muito mais vale aquele que vai além

Cada gosto, cada gota que se prova
A cada dia que termina e outro que se renova
Vergonha em seu punho cerrado
Hoje você consegue mostrar o contrário

No seu pescoço a dor que você não consegue apagar
O suor que você escolheu começa a incomodar
Não minta em todas as verdades
Grite para provar sua saudade

Seus passos estão lentos
Meu tempo é tudo que tenho
Por mais que o amor me tente
É a única coisa que eu guardo aqui dentro

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